Maria a mãe de Jesus dizia a todos que a visitavam em Éfeso, Turquia, onde foi morar após o falecimento do grande redentor: Tendes bom ânimo meu filho. Os milênios afogaram tempos imemoriais e estamos nós aqui, procurando pelo bom ânimo. O que aprendemos, ou o que não aprendemos, para vivermos tempos de tanto rigor? As lutas, antes da maravilhosa era tecnológica, apontavam para a cura de doenças graves. O futuro era tangível e viajar para outros lugares do vasto planeta, um sonho possível.
O desenvolvimento científico, está se realizando, nos comunicamos em tempo real com pessoas distantes, aproximamos afeições , as doenças graves são mais controláveis e a humanidade desenvolve seus conhecimentos cada vez melhor. Mas outras contendas se revelam. Territórios, fronteiras, terras ricas e ganância se aglutinam, evidenciando catástrofes futuras. O homem, este ser imperfeito, se recusa a desenvolver sentimentos nobres. Existe hoje um tipo de religião, que é apenas uma vitrine. Um faz de conta, um murmurar de lábios, que usa a palavra, mas não é fraternal. Este ponto de vista nos afasta e devemos lutar para ratificar a nobreza de intenções. O sentimento cristão, não deve se deixar tomar por enganos, que nos afastem do verdadeiro sentido da nossa existência na Terra. Tenhamos bom ânimo.
Bom Ânimo.
Bom Ânimo.