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Reforçar a contribuição dos portos para a economia de SC é o que pretende a SCPar durante a Logistique Destaque

Reforçar a contribuição dos portos para a economia de SC é o que pretende a SCPar durante a Logistique

Divulgar as oportunidades de investimentos e reforçar a contribuição dos portos para a Economia de Santa Catarina é o que a SCPar fez durante a Logistique – Feira de Logística e Negócios Multimodal de Cargas. A holding estava presente com suas subsidiárias, os portos de São Francisco do Sul e de Imbituba. A feira ocorreu entre os dias 27 e 29 de agosto, no Complexo de Exposições Expoville, em Joinville. Para o presidente da SCPar, Gustavo Salvador Pereira, a Logistique caracteriza-se como uma importante feira com DNA estadual e que precisa ser incentivada e potencializada. “Seguindo a máxima “quem não é visto, não é lembrado”, a feira é uma oportunidade para fortalecer nossos projetos, nossas marcas e nossa rede de relacionamento. Pretendemos participar das próximas edições e estimular para que o evento se consolide como um grande calendário nacional de Logística, divulgando as potencialidades do Estado nessa atividade”, explica.  Considerada uma importante plataforma de negócios e networking para a logística brasileira, a feira vai reunir mais de 120 expositores e deve receber um público superior a 15 mil pessoas. A novidade desta edição é o crescimento da Logistique Smart Display. O espaço apresentará ferramentas, tecnologias e equipamentos para soluções operacionais e geradoras de resultados para a indústria, o operador logístico e demais demandantes de serviços do setor.  

SC Participações e Parcerias S.A

A SCPar, como holding, trabalha para fomentar a melhoria da gestão dos portos de São Francisco do Sul e Imbituba. Também investe em possibilidades que ampliem o volume de movimentação de carga, permitindo ainda o desenvolvimento dos portos privados já instalados, em especial na Baia Babitonga. “O aprofundamento do Canal de Acesso ao Porto de São Francisco do Sul, que está em discussão, possibilitará que os Terminais de Uso Privado (TUPs) também utilizem esta infraestrutura, mediante pagamento das tarifas inerentes ao uso do canal. Considerando o valor elevado dos investimentos, a parceria com os atores privados torna-se necessária em um processo onde todos ganham a médio e longo prazo”, explica Pereira. Os portos de São Francisco do Sul e Imbituba desempenham um papel estratégico para a economia do Estado e potencializam o desenvolvimento econômico das regiões norte e sul, respectivamente. Santa Catarina possui três portos de interesse público e dois portos privados dentre os maiores Terminais de Uso Privado (TUPs). Sobre a operação, o presidente da holding ressalta que nos primeiros cinco meses de 2019 a movimentação dos portos de São Francisco do Sul e Imbituba foi de 35,6% das cargas que passaram pelos portos de Santa Catarina. Especificamente em relação aos portos de interesse público do Estado, ambos movimentaram 74% das cargas. Com relação aos próximos passos, Gustavo Salvador Pereira explica que o Governo do Estado tem enfatizado a necessidade de implementação de melhorias na infraestrutura e na gestão dos portos de São Francisco do Sul e Imbituba, bem como no estímulo aos investimentos privados na área portuária, por meio dos TUPs já instalados e de novos projetos. “Existe em Santa Catarina espaço para os portos públicos e os portos privados. A SCPar deve atuar como indutora do desenvolvimento do setor, inclusive com a prospecção de novos negócios. É uma equação em que todos ganham, em especial a economia e a sociedade catarinense”, complementa. Pereira destaca ainda a gestão do Porto Pesqueiro de Laguna, que está sendo transferido pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), e a realização bimensal do Fórum Catarinense do Setor Portuário. “Santa Catarina configura-se como o maior polo pesqueiro do país, com potencial de crescimento. Queremos desenvolver a região de Laguna, tornando um dos maiores terminais pesqueiros do país. Sobre o Fórum, o objetivo é desenvolver, integrar e gerar sinergias entre os atores que atuam no setor portuário”, explica.