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PREFEITURA PEDE A BRASÍLIA EFETIVO PARA MONITORAMENTO DE CAMINHONEIROS NA BR-280

PREFEITURA PEDE A BRASÍLIA EFETIVO PARA MONITORAMENTO DE CAMINHONEIROS NA BR-280

O prefeito Renato Gama Lobo enviou, na quinta-feira (19), ofício aos ministros da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, solicitando a disponibilização de efetivos da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Exército e Vigilância Sanitária para o monitoramento da entrada de caminhoneiros pela BR-280 no acesso ao Porto de São Francisco do Sul, para que sejam realizadas entrevistas e verificações de temperatura corporal, tendo em vista as medidas de prevenção ao contágio pelo Covid-19 (coronavírus) e, também, pela importância do porto para a economia do município.

No documento enviado com cópia ao diretor-presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Antônio Barra Torres, à diretora da Vigilância Sanitária de Santa Catarina, Lucélia Kryckyj, e ao presidente da SCPar Porto de São Francisco do Sul, Diego Machado Enke, o prefeito citou o anúncio feito na véspera pelo ministro da Infraestrutura anunciando medidas para ajudar os caminhoneiros autônomos.

“Entendemos a necessidade de manutenção dos serviços portuários, mas, na qualidade de chefe do Poder Executivo, há uma situação delicada que precisamos resolver: a entrada de caminhoneiros de outros estados que possuem transmissão comunitária (do coronavírus) segundo o Ministério da Saúde. Não temos efetivo para intensificar as medidas de prevenção e controle da disseminação da doença para esse grupo nominado. Nosso município possui um hospital que atende média complexidade, não possuímos UTI e temos um alto índice de pessoas que se enquadram no grupo de risco (idosos)”, escreveu o prefeito no ofício.

Em vídeo divulgado ontem (19), o ministro da Infraestrutura falou sobre a importância do setor portuário e a necessidade de manter o setor em operação. “O Brasil passa por um momento extremamente delicado, que é o combate à epidemia do coronavírus. Nós precisamos enfrentar essa guerra. Nós vamos precisar de todo o apoio, de toda união, e o (setor) portuário para nós é fundamental. O Brasil tem uma balança comercial negativa no que diz respeito a insumos de saúde, para a produção de medicamentos. Nós importamos quase tudo, e o  Brasil não pode parar.Não podemos agravar a crise do coronavírus com desabastecimento. Por isso contamos com o serviços dos profissionais do setor portuário, que para nós são tão importantes quanto os profissionais da saúde”, disse Tarcísio Freitas.